quinta-feira, 7 de abril de 2011

Quando a escola não é mais segura. O que fazer?


Bons momentos meus amigos.
Serei breve neste texto, pois não nos adianta estender discursos, relatos nem tentativas de explicações para o lamentável caso da manhã de 07 de abril.
Crianças assustadas correndo corredores adentro umas feridas, outras apavoradas, outras que nem sequer chegaram aos corredores.
Os mesmos corredores conhecidos pelo transtornado atirador em "protesto" íntimo, desconhecido e descontrolado. Psicopata? Neurótico? vítima de bulin? Quem sabe?
A escola que o acolheu não se sabe porque foi a escolhida para que ele despejasse seus "pesadelos" tornando aquele ambiente que deveria acolher com segurança suas crianças numa praça de guerra.
Será que a escola teria sido descuidada com esse seu "ex aluno" como foi descuidada com seus atuais?
Será que os profissionais observaram esse aluno quando ele estudava com o mesmo cuidado que observaram sua "entrada para matar"?
O que matou os sonhos desse aluno que o fez sonhar em matar?
E por que seu objetivo maior e alvo eram as garotas? Pela idade dele 23 anos a justificativa de bulin tão falada nos tempos atuais não está tão nova assim.
A escola com seus conceitos modernos, discussões, planejamentos, projetos, polêmicas sobre educar ou não o aluno em todos os parâmetros e sabedora da deficiência da família de tempos modernos, atrasa-se ao pensar que não tem o dever em orientar essas crianças dando-lhes o amor, a atenção e a orientação para a vida além das matérias pedagógicas indispensáveis, ou não?
Deixam a desejar em matéria de sensibilidade, atenção e compromisso com a segurança de seus alunos.
 Por que ele escolheu esta escola? Precisamos pensar. E, segundo um relato de um conhecido, alguns dias antes do acontecido o "ex aluno" ficou sentado em frente a escola horas até de madrugada. O que lhe passava na cabeça?

Que este acontecimento desperte a todos, sem distinção, para a segurança de quem precisa verdadeiramente de proteção física e moral e que pensem bastante em suas escolhas quando votaram no plebiscito do desarmamento. Paz para todos. Valéria Ribeiro.


Um comentário:

Tereza Telles disse...

Concordo em gênero número e grau!!!!!!